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RITLA lança nova pesquisa sobre a atuação feminina nas gangues do DF Ritla
Este estudo, inédito no Brasil e na América Latina, revela o perfil dos personagens atuantes no mundo das gangues e as mudanças que esses grupos sofreram na ultima década, desmistificando conceitos pré-estabelecidos pela sociedade. Segundo a coordenadora de pesquisa da RITLA, Miriam Abramovay, há 10 anos, quando fez uma pesquisa sobre esta temática, as meninas exerciam um papel acessório dentro da gangue. Elas geralmente acompanhavam os integrantes das gangues, não atuavam. Nesta nova pesquisa, percebeu-se que assim como na sociedade, as mulheres vêm conquistando espaço, por meio de uma participação mais ativa em busca de respeito e, principalmente, visibilidade. Apesar disso, as mulheres ainda não alcançaram o mesmo patamar dos homens dentro destes grupos, mas podem, por exemplo, pichar e liderar outras meninas dentro da gangue.
A pichação também aparece dentro de um novo contexto. A questão da territorialidade não é mais fator determinante, afinal o território se expandiu para o espaço virtual, onde é possível promover, até mesmo, guerras entre gangues. Desta forma, a pichação aparece com o objetivo de ser visto por um Estado, omisso, que não enxerga esses jovens. “É como se eles dissessem ‘essa cidade também é minha’” ressaltou, Abramovay. Além disso, o reconhecimento, aliado ao risco e à adrenalina, é valorizado entre os jovens. "Eles picham o nome de guerra e o nome da gangue. A questão é ter fama entre eles, é conseguir pichar no lugar mais alto, sair na televisão, e ser contra as regras", enfatizou. Para a socióloga, é preciso uma atuação que evite a criminalização das gangues. A sociedade tem dificuldade em lidar com essa juventude. O estado não desenvolve políticas preventivas. Faltam projetos de inclusão social e espaços de convivência, o que segrega ainda mais a sociedade e dificulta aproximar-se destes jovens. O livro é resultado de dois anos de acompanhamento das 13 gangues mais influentes no Distrito Federal, contabilizando mais de 70 pessoas entrevistadas e 150 horas de entrevistas gravadas. |
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AVISO DE PAUTA: LANÇAMENTO PESQUISA
Cursos e Atividades
Seminário Regional: Os Desafios da Educação Brasileira: Violência e Drogas nas Escolas - Florianópolis
Local: Auditório Antonieta de Barros Endereço: Palácio Barriga Verde - Rua Doutor Jorge Luz Fontes - Centro Data Início: 16/11 - Data Final: 16/11 Horário Matutino: 08:30 - às - 11:30 Horário Vespertino: 13:30 - às - 17:00
Ministrante(s): Cleodenice Aparecida Zonato Fante Deputado Pedro Francisco Uczai Deputado Joares Carlos Ponticelli Miriam Abramovay
Objetivo Uma pesquisa feita pelo Ibope Inteligência, em parceria com o Movimento Todos pela Educação, fez essa pergunta a brasileiros e brasileiras de todas as regiões do país.
Estimulados a apontar os três maiores problemas das escolas brasileiras, 50% dos entrevistados citaram a violência, a falta de segurança e as drogas.. Em segundo lugar, estão professores desmotivados e mal pagos. E, em terceiro lugar aparece a baixa qualidade do ensino.
O resultado dessa pesquisa desafia os especialistas e demais profissionais da área, o que levou o presidente da Comissão de Educação, Cultura e Desporto da Assembleia Legislativa, deputado Pedro Uczai, a propor o debate dessas questões em três grandes seminários regionais a fim de construir superações.
Desmotivação dos Professores - 01/10/2009 - São Miguel do Oeste Qualidade na Educação - 05/11/2009 - Concórdia Violência e Drogas nas Escolas - 16/11/2009 - Florianópolis
Ementa Discutir a presença da violência e das drogas no ambiente escolar. Suas manifestações não podem ser banalizadas, pois atinge diretamente o desenvolvimento e a vida das pessoas e pode influenciar o desenvolvimento escolar.
Meta Currículo Resumido Palestrantes: - CLÉO FANTE - Doutoranda em Ciências da Educação e vice-presidente do Centro Multidisciplinar de Estudos e Orientação sobre o Bullying Escolar; - JOARES PONTICELLI, deputado estadual e presidente da Escola do Legislativo; - MIRIAM ABRAMOVAY - socióloga e coordenadora da pesquisa Convivência Escolar e Violência nas Escolas da RITLA (Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana); - PEDRO UCZAI - Mestre em História do Brasil e presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa;
Carga horária 8.00
Programação » Data: 16/11 - hs: 08:30 -->> Abertura » Data: 16/11 - hs: 09:00 -->> Palestra: Violência e Drogas nas Escolas - Cléo Fante e Dep. Joares Ponticelli » Data: 16/11 - hs: 10:40 -->> Debate » Data: 16/11 - hs: 11:30 -->> Encerramento » Data: 16/11 - hs: 13:30 -->> Palestra: Violência e Drogas nas Escolas - Miriam Abramovay e Dep. Pedro Uczai » Data: 16/11 - hs: 15:40 -->> Debate » Data: 16/11 - hs: 17:00 -->> Encerramento
Audiência Pública Homofobia nas Escolas
Data: 22 de outubro de 2009 Apresentação SENADO FEDERAL COMISSÃO DE EDUCAÇÃO, CULTURA E ESPORTE Secretaria da comissão anexo 2, ala senador alexandre costa, sala 17/A 70165-900 — BRASÍLIA-DF Fone: 3303-4805/4604 — e-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
SEMINÁRIO
“DIVERSIDADE NAS ESCOLAS: PRECONCEITO E INCLUSÃO”
1º PAINEL
“ORIENTAÇÃO SEXUAL, IDENTIDADE DE GÊNERO E RELAÇÕES DE GÊNERO”
Data: 21 de outubro de 2009 Horário: 10 horas Local: Senado Federal Comissão de Educação, Cultura e Esporte Anexo II, Ala Alexandre Costa, Sala 15 – Plenário Brasília-DF
Palestrante 1: Fernando Haddad, Ministro de Estado da Educação – 10’ Palestrante 2: Nilcéa Freire, Ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República – SPM – 10’
Palestrante 3: Toni Reis, Presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais – ABGLT – 10’
Palestrante 4: Carlos Laudari, Diretor da Pathfinder do Brasil – 10’
Palestrante 6: Pedro Chequer, Médico e Coordenador do UNAIDS no Brasil (Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV/Aids) – 10’
Moderador: Senador Flávio Arns, Presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal |

